PERGUNTAS FREQUENTES – SEGURO AUTO

1- Quais são os dados necessários para cotação:
Seguro Novo? Sim (  ) Não (  )
Caso seja renovação, encaminhar a apólice atual.
Caso seja seguro novo:
Encaminha foto do documento do carro ou informar modelo completo do carro, Ano/Modelo do veículo, placa, Chassi, Combustível; CEP de pernoite, endereço residencial completo; o veículo é financiado?; Enviar documento de identificação do proponente e condutor, ou informar nome, data de nascimento e CPF; o veículo é utilizado para ir ao trabalho?

2- O que caracteriza a indenização integral em caso de ocorrência de sinistro?
A indenização integral é caracterizada quando os prejuízos resultantes de um mesmo sinistro atingir ou ultrapassar 75% (ou percentual inferior quando previsto na apólice) do valor contratado pelo segurado. Em caso de roubo ou furto do veículo sem que o mesmo seja recuperado, há também a indenização integral.

3- Como devo proceder para o recebimento de indenização parcial?
Para a indenização parcial por avarias, ou seja, por danos materiais causados ao veículo que não acarretem a indenização integral, o segurado deverá, no caso de sinistro, avisar imediatamente a seguradora, preencher o formulário de aviso de sinistro, levar o veículo a uma oficina de sua livre escolha (é possível que a seguradora ofereça algumas vantagens para utilização de rede credenciada, mas não pode impedir o segurado de escolher determinada oficina) e aguardar autorização prévia da seguradora para serem efetuados os consertos.

4- O que é franquia?
É o valor, expresso na apólice, que representa a parte do prejuízo que deverá ser arcada pelo segurado por sinistro. Assim, se o valor do prejuízo de determinado sinistro não superar a franquia, a seguradora não indenizará o segurado.

5- O que é bônus?
Trata-se de critério definido pela seguradora para permitir uma redução no valor do prêmio quando o segurado apresentar um número de anos sem sinistros. A SUSEP não define regras para a aplicação ou suspensão de bônus. Quando houver a previsão de bônus no contrato o mesmo deverá constar da proposta e da apólice.

6- Mudei de endereço mas não avisei a seguradora. O que acontece se meu carro for roubado nesse novo endereço?
Neste caso você fica sem a cobertura porque para a seguradora é o endereço residencial e o endereço em que o carro fica no período da noite que contam. Isso também se aplica para o caso de você ter contratado o seguro em uma cidade e usá-lo em outra na maior parte do tempo. Se a seguradora não tem essa informação, dependendo do que acontecer, ela pode se negar a oferecer essa indenização. Qualquer mudança nos dados que você enviou para a seguradora no momento do contrato deve ser comunicada para não perder os benefícios.

7- Meu carro é antigo. Ele pode ter um seguro?
As seguradoras têm o direito de recusar fazer o seguro do seu carro em algumas situações e uma delas é justamente o fato do carro ser muito antigo porque a possibilidade dele apresentar defeitos, é muito maior. No entanto, apenas uma análise da seguradora seguida de uma vistoria poderá dizer se ele terá ou não um seguro.

8- Tenho direito a um carro reserva se baterem no meu?
Alguns pensam que, ao contratar um seguro, a garantia de um carro reserva é certa. A verdade é que, se você não optou por ela no momento da contratação, você não terá esse serviço em nenhum tipo de sinistro.

9- O manobrista bateu o meu carro. O seguro cobre?
O mais importante é saber como reagir nessa situação. A primeira coisa a se fazer é exigir que o dono do estabelecimento se responsabilize. Se ele se recusar, acione a seguradora para que o problema seja resolvido o quanto antes. Vale lembrar que neste caso você pagará a franquia.

10- Se eu viajar de carro para um país do Mercosul e ele for roubado ou batido, o seguro vai me indenizar?
A maioria dos seguros já oferece na apólice uma cobertura para os países que fazem parte do Mercosul, mas se não for o seu caso, você pode solicitar uma Extensão de Perímetro para estar coberto no país que pretende visitar na América do Sul.
Você também tem a opção de contratar o Seguro Carta Verde que cobre danos materiais e morais causados a terceiros.
Lembre-se: mesmo que a sua seguradora ofereça alguma cobertura para outros países, ela é válida apenas em países do Mercosul.

11- É possível cancelar o seguro do meu carro?
 Sim, é possível tanto por você quanto pela seguradora.

12- Estou com o nome sujo. Posso contratar um seguro auto?
Pode! A lei afirma que você tem esse direito. O que pode acontecer é a seguradora aumentar um pouco o valor do seguro nesse caso, mas ela não pode se negar a contratar o seguro devido a restrições de crédito do cliente.

13- Se uma árvore cai no meu carro devido a uma enchente, o seguro vai me indenizar?
Sim. Mas desde que você tenha contratado a cobertura compreensiva. Essa cobertura abrange incêndio, acidentes, roubos e fenômenos da natureza. Mas se você tiver apenas a cobertura básica, esse serviço não está incluído.

14- É possível parcelar a franquia do seguro?
Sim, é possível. O limite de parcelas é definido por cada oficina.

15- Se eu não renovar o seguro com a mesma seguradora eu perco o bônus que ela me deu?
Não. O bônus é um benefício dado pela boa conduta do motorista, não tem nenhuma relação com o carro. Ele pode ser transferido para outra seguradora.

16- Como transfiro o seguro do carro antigo para o meu carro novo?
Basicamente com a nota fiscal do carro novo e ajuda do seu corretor.

17- A seguradora pode se recusar a fazer o seguro do meu carro?
Pode, mas essa recusa precisa sempre ser justificada.

18- Como saber quais são as coberturas que não posso deixar de ter?
É sempre bom analisar a sua rotina e estilo de vida, porque são esses fatores que vão ajudar você a escolher as coberturas que realmente precisa contratar.

19- Se o meu carro for danificado ou sofrer um sinistro devido a um buraco na rua, o seguro vai cobrir?
Se você contratou uma cobertura compreensiva, sim.

20- Tumultos generalizados ou calamidade pública que prejudicarem o meu carro, o seguro cobre?
Vai depender do que diz na sua apólice. Algumas seguradoras não aceitam cobrir sinistros que causaram danos de grandes proporções, envolvendo muitos veículos. Mas, se não tomou uma grande proporção, pode ser que ela faça a indenização. É importante que você não exponha o seu carro a riscos desnecessários. Uma coisa é o carro que estava em uma via pública e foi acometida de uma enchente, outra coisa é o carro que foi levado para o mar porque estava estacionado na areia, por exemplo.

21- À noite, não guardei o meu carro na garagem e ele foi roubado. A seguradora paga a indenização?
A maioria das seguradoras indeniza o segurado se for possível provar que o carro pernoitava regularmente na garagem e a noite do furto foi uma exceção.
Porém, se a empresa provar que o carro pernoitava na rua habitualmente, pode negar a indenização.

22- Não tive nenhum sinistro, mas mesmo assim, na renovação anual, a seguradora aumentou o prêmio do seguro do meu automóvel. Qual a razão?
As seguradoras fixam os prêmios com base em vários fatores. Às vezes, esses fatores puxam os prêmios para cima e às vezes para baixo. Mesmo sem sinistros, suas ações como segurado podem afetar o que você paga como, por exemplo: se você adicionar um condutor jovem à sua apólice, que em média apresenta maior sinistralidade e vice-versa. Mas também há fatores fora do seu controle que podem causar o aumento do prêmio como ruas e estradas mais engarrafas, aumento da criminalidade, elevação dos custos de reparos, elevação das despesas de saúde dos acidentados etc.

 

PERGUNTAS FREQUENTES –  SEGURO DE VIDA

1- O que é seguro de vida?
O seguro de vida é aquele que prevê uma indenização por parte da seguradora aos beneficiários em caso de morte do segurado por qualquer causa (cobertura básica).
Além da cobertura básica existe a opção de contratar coberturas opcionais como Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA), que visam uma indenização ao próprio segurado ainda em vida.

2- Quais os principais fatores que determinam o prêmio (custo mensal) do seguro de vida?

  • Capital Segurado – é o quanto você opta em receber em caso de sinistro.
  • Idade do Segurado – quanto mais velho mais caro o seguro.
  • Sexo – Mulheres tendem a viver mais que os homens.
  • Cigarro – Não requer comentários.

Resumindo, o custo do seguro de vida é determinado pelo capital segurado e a expectativa de vida.

3- Como funciona a atualização de prêmios e importância segurada do seguro de vida?
Os capitais segurados, bem como os prêmios do seguro de vida, poderão ser atualizados anualmente pelo IPCA/IBGE (Índice de Preços ao Consumidor Amplo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) ou, na falta deste, pelo IPC/FIPE (Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

O prêmio mensal estipulado na data de início de vigência do Seguro será aquele estabelecido na proposta de Adesão, sujeito às alterações decorrentes da mudança de faixa etária do Segurado.

O reajuste por faixa etária é baseado em uma tabela de reenquadramento que acompanha as Condições Gerais do seguro contratado. Com isso é possível saber de antemão quanto vai custar seu seguro nos anos seguintes, sem incluir a inflação. Mesmo que o seguro seja renovável anualmente ele segue a tabela de reenquadramento do momento da contratação inicial.

4- Qual a vigência do seguro de vida e como ele é renovado?
O seguro de vida terá vigência de 12 meses e a renovação ocorre de forma automática uma única vez nos termos da lei, desde que não haja desistência da seguradora ou do segurado.

5- Qual a idade limite para a aquisição de um novo seguro de vida?
Nem todos se qualificam para a aquisição de um novo seguro de vida. Além de restrições como boa saúde, um novo seguro de vida não pode ser contratado após se atingir uma certa idade.
Na maioria das seguradoras a idade máxima para se adquirir uma nova apólice é 64 anos.
Alguns seguros de vida em grupo (empresariais) tem limite acima do seguro individual, aceitando até 74 anos para as coberturas de Vida e 79 para as coberturas de Acidentes Pessoais.

6- Qual o procedimento na ocorrência de sinistro do seguro de vida?
Ocorrendo sinistro coberto pelo seguro de vida, este deve ser comunicado imediatamente pelo segurado ou seus beneficiários à seguradora ou ao corretor de seguros, que fará todo trâmite de abertura de sinistro.

7- Quem pode ser incluso como beneficiário no seguro de vida?
O segurado pode escolher qualquer pessoa como beneficiária do seguro, podendo inclusive alterar sua escolha a qualquer momento.
Na falta da indicação de beneficiários o seguro será pago aos herdeiros legais conforme Artigo 792 do Código Civil.

8- É possível contratar simultaneamente mais do que um seguro de vida?
Sim. Você pode contratar quantos seguros quiser e cada seguradora efetivará a indenização de acordo com o valor contratado.
Porém, as seguradoras costumam solicitar informações referentes a seguros existentes no momento da proposta e você deve informar corretamente. Dependendo da sua renda e do capital segurado pelas apólices existentes, a seguradora pode negar a proposta.

9- Acidente Pessoal no seguro de vida, qual o significado?
Acidente Pessoal para fins do seguro de vida é o evento com data caracterizada, exclusivo e diretamente externo, súbito, involuntário e violento, causador de lesão física que, por si só e independente de toda e qualquer outra causa, tenha como consequência direta a morte ou a invalidez permanente total ou parcial do Segurado.

Excluem-se do conceito de Acidente Pessoal:

  • as doenças, incluídas as profissionais, quaisquer que sejam suas causas, ainda que provocadas, desencadeadas ou agravadas, direta ou indiretamente, por acidente, ressalvadas as infecções, os estados septicêmicos e as embolias, resultantes de ferimento visível causado por acidente coberto;
  • as intercorrências ou complicações consequentes da realização de exames, tratamentos clínicos ou cirúrgicos, quando não provocados por acidente coberto;
  • as lesões decorrentes, dependentes, predispostas ou facilitadas por esforços repetitivos ou microtraumas cumulativos, ou que tenham relação de causa e efeito com os mesmos, assim como as lesões classificadas como: Lesão por Esforços Repetitivos (LER), Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (DORT), Lesão por Trauma Continuado ou Contínuo (LTC), ou similares que venham a ser aceitas pela classe médico-científica, bem como as suas consequências pós-tratamentos, inclusive cirúrgicos, em qualquer tempo; e
  • as situações reconhecidas por instituições oficiais de previdência ou assemelhadas como “invalidez acidentária”, nas quais o Evento causador da lesão não se enquadre integralmente na caracterização de invalidez por Acidente Pessoal, definido no primeiro parágrafo deste item.

10- Cobertura de Morte Natural ou Acidental (MNA)?
A cobertura de Morte Natural ou Acidental (MNA), também conhecida como Morte Qualquer Causa, é a cobertura básica que garante o pagamento de uma indenização ao(s) beneficiário(s) em caso de morte do segurado por qualquer causa (natural ou acidental), exceto se for decorrente dos riscos excluídos definidos nas condições gerais da apólice.

11- Indenização Especial de Morte por Acidente (IEA)?
É a garantia de pagamento de um capital proporcional ao da garantia básica, limitado a 100% desta, em caso de morte por acidente, exceto se for decorrente dos riscos excluídos definidos nas condições gerais da apólice.

Também conhecida como Morte Acidental em Dobro, pois em caso de morte por acidente o(s) beneficiário(s) recebe(m) a indenização por morte da cobertura básica mais a indenização especial de morte por acidente.

12- Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA)?
É a garantia do pagamento de uma indenização proporcional ao da garantia básica, limitado a 200% desta, relativa à perda, redução ou à impotência funcional definitiva, total ou parcial, de um membro ou órgão em virtude de lesão física, causada por acidente.

13- Invalidez Permanente Total por Acidente (IPTA)?
A cobertura por Invalidez Permanente Total por Acidente (IPTA) garante a indenização na ocorrência de invalidez permanente total por acidente pessoal do Segurado constatada e avaliada quando da alta médica definitiva, após conclusão do tratamento ou após esgotados os recursos terapêuticos disponíveis, inclusive o tratamento fisioterápico de recuperação funcional, com alta médica, e seja definitivo o caráter de invalidez.

Configuram a invalidez permanente por acidente a perda, ou redução ou impotência funcional, definitiva e total, de um membro ou órgão, sentido ou função do corpo humano, em virtude de lesão física causada por Acidente Pessoal coberto.

Consideram-se invalidez permanente total os casos listados a seguir:

  • perda total da visão de ambos os olhos;
  • perda total do uso de ambos os membros superiores;
  • perda total do uso de ambos os membros inferiores;
  • perda total do uso de ambas as mãos;
  • perda total do uso de um membro superior e um membro inferior;
  • perda total do uso de uma das mãos e de um dos pés;
  • perda total do uso de ambos os pés; e
  • alienação mental total e incurável.

14- Antecipação Especial por Doença?
Cobertura opcional do seguro de vida individual que consiste na antecipação do pagamento do capital segurado relativo à cobertura de Morte nos casos em que apresentar quadro clínico irreversível, em fase terminal, em decorrência das doenças devidamente cobertas observadas os riscos excluídos. Ainda está previsto como evento coberto, o estado de perda de existência independente do Segurado, por motivo de doença, apenas nos casos em que este se encontrar dentro das características especificadas nas condições gerais.

Considera-se Segurado com quadro clínico irreversível e em fase terminal aquele que apresente estado clínico gravíssimo, sem perspectiva de recuperação, comprovado por profissional habilitado, nos casos das enfermidades abaixo cobertas:

  • Deficiência visual, decorrente de doença.
  • Coma irreversível por doença, exceto decorrente do uso de álcool e drogas.
  • Doenças Terminais.
  • Alienação mental decorrente de doença, manifestada e diagnosticada durante a vigência do seguro.
  • Insuficiência cardíaca, refratária ao tratamento, com classificação funcional, grau IV, de acordo com a tabela NYHA, exceto doenças congênitas
  • Doenças Crônicas
  • Perda de existência independente do segurado

15- Assistência Funeral Individual ou Familiar?
Cobertura opcional do seguro de vida que prevê, para os casos de morte do Segurado e/ou Familiares (se contratado Plano Familiar), o reembolso de despesas com funeral ou a prestação de serviços de assistência funeral, até o limite estabelecido na apólice.

16- DIT Diária de Incapacidade Temporária ou Cláusula Profissional?
A Cláusula Profissional, também conhecida por Diária de Incapacidade Temporária (DIT), garante o pagamento da diária contratada pelos dias em que você não puder trabalhar devido ao afastamento por doenças e acidentes pessoais cobertos pelo seguro.

Se algum imprevisto afastar você do trabalho, com a contratação da Cláusula Profissional nos Seguros de Vida Individual e Acidentes Pessoais Plus você garante seus rendimentos quando não puder trabalhar devido à doença ou acidente.

Indenização
A indenização por afastamento é paga todos os meses, mediante a apresentação dos documentos necessários e de acordo com o número de dias parados, a contar do 16º dia de afastamento.

Você conta também com a possibilidade de contratação da cláusula adicional, que garante a indenização a partir do 8º dia de afastamento em caso de acidentes pessoais. Está cláusula adicional não está disponível para funcionários com carteira assinada (CLT).

Valor da diária
Para calcular o valor da diária recomenda-se dividir a renda mensal por 30. Caso solicite valor superior provavelmente será negado pela seguradora.

17- Majoração disponível para médicos e dentistas?
Cobertura opcional do seguro de vida para médicos e dentistas que majora (aumenta) os percentuais do capital segurado da cobertura de Invalidez Parcial por Acidente para 100% (cem por cento), conforme indicado na proposta de contratação.

18- O que significa “Riscos Excluídos” no seguro de vida?
Os riscos excluídos estão relacionados nas condições gerais do seguro. A maioria das seguradoras costumam excluir das coberturas do seguro de vida os eventos ocorridos em consequência:

  • de doenças preexistentes à contratação do seguro, de conhecimento do Segurado e não declaradas na proposta de contratação;
  • ato reconhecidamente perigoso, que não seja motivado por necessidade justificada, exceto a prática de esporte e a utilização de meio de transporte mais arriscado;
  • do uso e manuseio de material nuclear para quaisquer fins, acidentes nucleares e semelhantes;
  • suicídio cometido dentro dos primeiros 2 anos de vigência do Seguro;
  • quaisquer consequências decorrentes de atos ilícitos dolosos praticados pelo Segurado ou pelo beneficiário.
  • tufões, furacões, ciclones, terremotos, maremotos, erupções vulcânicas e outras convulsões da natureza;
  • do uso de álcool ou drogas;
  • de epidemias;
  • de atos ou operações de guerra, terrorismo, rebelião ou outras perturbações da ordem pública e delas decorrentes. Esta exclusão não é aplicada para os casos em que o Segurado estiver no exercício da prestação de serviço militar ou de atos de humanidade em auxílio de outrem;

Além dos riscos excluídos acima, costuma-se excluir da cobertura de Morte Acidental em Dobro e Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente os eventos e/ou acidentes decorrentes de:

  • acidentes em que o Segurado, sem a devida habilitação, for o condutor do veículo, seja terrestre, aéreo ou náutico;
  • as perturbações e intoxicações alimentares de qualquer espécie, bem como as intoxicações decorrentes da ação de produtos químicos, drogas ou medicamentos, salvo quando prescritos por médico, em decorrência de acidente coberto;
  • quaisquer perturbações mentais, salvo a alienação mental total e incurável, decorrente de acidente coberto;
  • lesões decorrentes, dependentes, predispostas ou facilitadas por esforços repetitivos ou microtraumas cumulativos, ou que tenham relação de causa e efeito com os mesmos, assim como lesões classificadas como Lesão por Esforços Repetitivos (LER), Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (DORT), Lesão por Trauma Continuado (LTC) ou similares;
  • doenças (incluídas as profissionais), moléstias ou enfermidades.

Não deixe de ver a lista completa nas condições gerais do seguro a ser contrado.

19- Seguro de Vida cobre morte por suicídio?
No Brasil, de acordo com o artigo 798 do Código Civil, o suicídio é indenizável (coberto) somente se ocorrido após um prazo de carência de 2 anos.

20- Como funciona a cobertura de rescisão contratual do seguro de vida em grupo?
Esta cobertura visa indenizar à empresa os custos com a rescisão trabalhista caso haja a morte natural ou acidental de seu funcionário (CLT).

O valor a ser indenizado deve ser devidamente comprovado e é limitado a um percentual do capital segurado.

21- Cesta Básica no Seguro de Vida em Grupo?
Em caso de falecimento do segurado, o beneficiário receberá todo mês durante 12 meses uma cesta básica.

22- Indenização pelo Diagnóstico de Câncer?
Consiste em pagamento no valor de 50% da cobertura de morte, caso seja diagnosticado qualquer tipo de câncer, exceto o de pele, durante a vigência do seguro, observado o período de carência de 60 dias a contar da data da contratação.

23- Se o filho menor de idade é beneficiário de uma apólice de vida e os pais morrem, quem recebe o seguro?
O tutor legal.

 

PERGUNTAS FREQUENTES – EQUIPAMENTOS PORTÁTEIS

1- O que é seguro de equipamentos portáteis?
É um seguro que protege o dono de equipamentos eletrônicos cada vez mais necessários no dia a dia e relativamente caros. Direciona-se aos donos de smartphones, tablets, câmeras, notebooks etc, cujo dano físico repentino ou subtração podem representar perda significativa de dinheiro e dificuldades no atendimento das tarefas cotidianas, pessoais e profissionais.

2- O que garante o seguro para equipamentos portáteis?
Há dois tipos de coberturas, básicas e opcionais.

Básica:
Danos físicos:
garante indenização por danos físicos aos bens segurados causados por sinistro coberto pela apólice/certificado de seguro, que possa ser mensurado.

Opcionais:
Perda ou pagamento de aluguel: garante ao segurado, a perda ou o pagamento dos aluguéis dos equipamentos, caso estes sofram danos devidamente cobertos.

Danos por água ou liquido: garante ao segurado o pagamento por danos materiais, causados aos equipamentos, por conta de danos de origem acidental e involuntária por água ou qualquer substância líquida.

Subtração do bem: garante indenização por subtração do equipamento, mediante o rompimento de obstáculo, desde que deixe vestígios materiais evidentes, ou mediante ameaça direta ou emprego de violência contra a pessoa responsável pela guarda do bem.

Atenção: “subtração” no caso não inclui o chamado “furto simples”, isto é, a subtração do bem sem deixar vestígios. Um exemplo é o indivíduo que ao chegar a casa percebe que seu celular não está no bolso, concluindo ter havido um furto no trajeto do qual não se apercebeu. O seguro não dá cobertura nesse caso.

Garantia internacional: extensão para o exterior das garantias contratadas para sinistros ocorridos fora do Brasil (caso do segurado que viaja ao exterior levando seu celular e um notebook, por exemplo).
Danos elétricos: garante danos causados por oscilações e descargas elétricas de energia, bem como os danos causados pela queda de raio, além de curtos circuitos que afetem os equipamentos.

3- Quais bens estão cobertos pelo seguro?
Podem ser cobertos pelo seguro Notebooks, Ultrabooks, Netbooks, Macbooks, DVDs Portátis, Tablets, Navegadores (GPS), Videogames portáteis, Filmadoras, Smartphones e Smartwatches. Mas, para ter certeza, leia com atenção a apólice, pois esta deve mencionar explicitamente os bens cobertos.

4- O seguro de equipamentos portáteis tem franquia?
Sim, pode haver franquia, em geral, em torno de 15%. Nesse caso, da indenização devida é deduzida a franquia contratual que corresponde à coparticipação assumida pelo segurado nos prejuízos que vierem a ocorrer.

5- Quanto custa o seguro de equipamentos portáteis?
Como sempre no mercado de seguros, o preço do seguro (prêmio) é baseado na quantidade de risco e sua severidade (valores indenizáveis). Riscos baixos pagam prêmios baixos e riscos altos pagam prêmios altos, quando aceitos pela seguradora.

As seguradoras usam dados de sinistros para calcular a probabilidade de ocorrência do evento contra o qual se está fazendo o seguro. Essa informação é utilizada para calcular o prêmio. Quanto mais provável ocorrer tal evento, maior será o risco para a seguradora e, como resultado, maior o valor do prêmio de seguro.

Assim é natural que, dos portáteis, os mais sujeitos a danos por acidente e roubos como os smartphones paguem prêmios relativamente mais caros que, por exemplo, notebooks e aparelhos de DVD. Em geral, os seguros para portáteis custam entre 7% e 20% do preço de novo do parelho. Para facilitar a vida do consumidor, algumas seguradoras e corretoras de seguros fornecem nos seus sítios na Internet simulações do custo desse seguro para cada aparelho.

6- Que documentos devo apresentar para contratar o seguro?
Para a contratação do seguro, são necessárias cópia da Nota Fiscal e anotação das características do equipamento, (marca, modelo e número de série).

No caso de equipamentos importados, são necessárias fatura de venda (invoice) e documento fiscal do país de origem.

7- Tenho um seguro para equipamentos portáteis. O que fazer em caso de sinistro?
Você deve comunicar imediatamente o ocorrido à seguradora ou ao corretor de seguros que lhe vendeu o seguro. Em caso de roubo ou furto, deve registrar a ocorrência junto às autoridades competentes e conservar todos os indícios e vestígios deixados no local e nos bens segurados.

Deve ainda tomar as providências ao seu alcance para evitar a agravação dos prejuízos e não iniciar a reparação dos danos sem prévia concordância da seguradora.

8- Que documentos devo apresentar para obter a indenização em caso de sinistro?
Isso vai depender do sinistro e da cobertura contratada. Por exemplo:

Incêndio: Carta do segurado comunicando o sinistro, Cópia do boletim de ocorrência policial (B.O.), Cópia do laudo do instituto criminalista, Cópia do laudo do corpo de bombeiros, Orçamentos prévios, detalhados para reparos dos danos, Notas fiscais de aquisição e manuais dos objetos sinistrados, Relação detalhada dos prejuízos em objetos especificando quantidades, tipo, modelos, data de aquisição e preço de reposição, Cópia do contrato social da empresa e Notas fiscais de aquisição das mercadorias e matérias primas sinistradas

Danos Elétricos: Carta do segurado comunicando o sinistro e Orçamentos prévios, detalhados para reparos dos danos

Vendaval: Carta do segurado comunicando o sinistro, Boletim meteorológico e Orçamentos prévios, detalhados para reparos dos danos

Impacto de Veículos: Carta do segurado comunicando o sinistro, Cópia do boletim de ocorrência policial (B.O.) e Orçamentos prévios, detalhados para reparos dos danos

Vidros: Carta do segurado comunicando o sinistro e Orçamento para reposição dos vidros quando não for efetuada pela seguradora

Roubo/Furto Bens/Mercadorias: Carta do segurado comunicando o sinistro, Cópia do boletim de ocorrência policial (B.), Notas fiscais de aquisição e manuais dos objetos sinistrados, Cópia do contrato social da empresa, Notas fiscais de aquisição das mercadorias e matérias primas sinistradas e Relação detalhada dos prejuízos em objetos especificando quantidades, tipo, modelos, data de aquisição e preço de reposição

Roubo/Furto/Valores: Carta do segurado comunicando o sinistro, Cópia do boletim de ocorrência policial (B.O.), Cópia da ficha de registro do empregado e carteira profissional, Cópia do contrato social da empresa, Extrato bancário, Movimentos de caixa com comprovante de lançamentos e Cópia do cheques cujos valores foram sinistrados e reposto

9- Os bens segurados usados têm ajustes na indenização em caso de sinistro?
Sim. O limite máximo de indenização contratado sofre redução do valor com o passar da idade do bem. Em geral, a redução não existe para equipamentos de até um ano de uso, a contar da data de aquisição e pode chegar a 50% em equipamentos de mais de três anos de idade. Confira na apólice o caso particular do seu equipamento

10- Como é paga a indenização?
O pagamento da indenização corresponde ao valor dos prejuízos causados aos bens cobertos, descontando a depreciação e a franquia, se houver, e até o limite máximo de indenização contratado para cada cobertura.

O segurado em acordo com a seguradora pode optar por uma das seguintes formas de indenização:

  • Reposição do bem por outro equivalente ou, não sendo isso possível, indenização em moeda corrente;
  • Conserto do bem, indenizando-se ao segurado o valor dos reparos ou
  • Indenização em moeda corrente.

No caso de bens de idade abaixo de um ano, para efeito de indenização em moeda corrente, o custo de reposição corresponde aos preços correntes de mercado, no dia e local do sinistro. Para bens de idade superior a um ano, o custo da reposição considera os preços correntes de mercado, no dia e local do sinistro, deduzindo a depreciação do bem, esta entendida como redução do seu valor em consequência do uso, idade, desgaste ou obsolescência.

11- Quais são os riscos excluídos do seguro de equipamentos portáteis?
Entre as exclusões gerais, podem ser citados entre outros os prejuízos consequentes de:

  • Atos de autoridade pública, salvo para evitar propagação de danos cobertos por este contrato;
  • Atos de hostilidade ou de guerra, rebelião, insurreição, revolução, motim etc e atos de vandalismo;
  • Maremotos, terremotos, tremor de terra, erupção vulcânica ou qualquer outra convulsão da natureza;
  • Atos ilícitos dolosos ou por culpa grave equiparáveis ao dolo praticado pelo segurado, pelo beneficiário ou pelo seu representante e por seus funcionários prepostos.

Entre as exclusões específicas, podem ser citadas entre outras:

  • Furto simples, desaparecimento inexplicável ou simples extravio;
  • Desgaste normal, deterioração gradativa, erosão, corrosão, oxidação, vício oculto, incrustação e fadiga;
  • Defeitos preexistentes a contratação desta cobertura que já eram de conhecimento do Segurado ou de seus prepostos;
  • Danos a quaisquer peças e componentes não elétricos/ eletrônicos, ainda que consequente de evento coberto;
  • Quebra, amassamento e arranhadura, exceto se decorrentes dos riscos cobertos;
  • Danos causados em decorrência de inadequação ou insuficiência de demanda de energia elétrica instalada no local do qual o equipamento segurado esteja sendo utilizado;
  • Negligência ou utilização inadequada dos aparelhos seja por funcionamento em condições impróprias, seja por uso excessivo em relação a sua capacidade normal de trabalho;
  • Danos decorrentes de manutenção deficiente ou inadequada.

12- E se eu trocar de aparelho durante a vigência do seguro?
Com a grande variedade e recorrência de lançamentos de aparelhos eletrônicos, um celular, notebook, tablet ou outro dispositivo ficar defasado é bem comum – isso pode acontecer em menos de um ano, na verdade –, por isso, será necessário atualizar o seguro. E, nesse caso, você precisa de um endosso, que é o documento pelo qual são feitas as alterações na sua apólice do seguro quando necessário.

Caso o segurado troque de aparelho e queira transferir o seu seguro atual para o novo aparelho, será necessário comunicar a seguradora para que a cobertura permaneça válida. Esta alteração pode ocasionar em uma elevação ou não no valor do seguro.

 

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES – SEGURO RESIDENCIAL

1- Quais são as coberturas do seguro residencial?
A cobertura principal cobre danos causados por incêndios, queda de raios e explosão causada por gás empregado no uso doméstico (quando não gerado nos locais segurados) e suas consequências, tais como desmoronamento, impossibilidade de proteção ou remoção de salvados, despesas com combate ao fogo, salvamento e desentulho do local.

Entretanto, pode haver outras coberturas, como, por exemplo, as que indenizam danos decorrentes de incêndios provocados por explosão de aparelhos ou substâncias de qualquer natureza (não incluída na cobertura principal), ou decorrentes de outras causas como terremoto, queimadas em zona rural, vendaval, impacto de veículos, queda de aeronave e danos elétricos, dentre outras.

2- O que são riscos cobertos e riscos excluídos?
Riscos cobertos são aqueles previstos e descritos em cada uma das coberturas, que terão eventuais prejuízos resultantes de sua ocorrência cobertos pelo seguro.
Já os riscos excluídos são aqueles cujos prejuízos decorrentes não serão indenizados pelo seguro, salvo se contratada cobertura específica. Como exemplo, temos:
• Erupção vulcânica, inundação ou outra convulsão da natureza;
• Guerra interna ou externa, comoção civil, rebelião, insurreição etc.;
• Lucros cessantes e danos emergentes;
• Queimadas em zonas rurais;
• Roubo ou furto.

3- O que são bens não compreendidos no seguro?
São aqueles bens, especificados na apólice, para os quais a seguradora não indenizará os prejuízos, ainda que oriundos de riscos cobertos. Em geral são os seguintes:
– Pedras, metais preciosos, obras e objetos de arte em geral, bens de grande valor que facilmente  são destruídos ou danificados pelo incêndio, jóias, raridades etc.;
– Manuscritos, plantas, projetos, papel-moeda, selos, cheques, papéis de crédito, moedas cunhadas, livros de contabilidade, etc.;
– Bens de terceiros, exceto quando tais bens encontrarem-se sob a responsabilidade do segurado para reparos ou manutenção e desde que existam registros (documentos) comprovando, através de notas fiscais ou ordem de serviço, a sua entrada e existência no local segurado.

4- O que é franquia?
É o valor ou percentual, expresso na apólice, que representa a parte do prejuízo que deverá ser arcada pelo segurado por sinistro. Assim, se o valor do prejuízo de determinado sinistro não superar a franquia, a seguradora não indenizará o segurado.

5- Só a cobertura básica basta?
Depende. A cobertura básica garante assistência em situações comuns, como incêndios, explosões ou queda de raios que afetam a residência. Dependendo do que você gostaria de proteger, compensa pesquisar as coberturas adicionais. “A adicional vale em casos pontuais, por exemplo, se você mora em uma região chuvosa que sempre sofre alagamentos”, conta a economista da Proteste. No entanto, nem sempre o seguro topa fazer esse tipo de cobertura, principalmente nos casos em que o alagamento é frequente. Se a empresa não aceitar, procure outra seguradora e explique o que você precisa.

6- Como eu aciono o seguro?
O processo é simples. Quando você assina o contrato, recebe um cartão com o telefone para o qual deve ligar em caso de sinistro. Discando esse número, o próximo passo é dar as informações, como nome, número de CPF, RG ou do cartão que você recebeu. Outra saída é ligar para a corretora com qual você fechou o seguro.

Importante! Não há necessidade de comprovar se o sinistro aconteceu por conta de um acidente ou não. Porém, a companhia de seguros costuma enviar um técnico para fazer a perícia. Por isso, antes deste laudo ficar pronto, não contrate ninguém para fazer a recuperação do imóvel.

7- Eletrônicos e eletrodomésticos deixam o seguro mais caro?
Sim, isso pode acontecer, principalmente se a seguradora achar que a sua casa tem bens que custam caro. “Não existe uma regra, mas normalmente o aumento não costuma ser tão alto, pois são outros critérios, como o local do imóvel, que determinam quanto ele vale”, explica Hessia Costilla, economista da Proteste, associação de consumidores. Apesar disso, sempre que comprar um equipamento novo, como um eletrodoméstico ou eletrônico, procure avisar à seguradora por escrito para que não haja problemas caso precise usar o seguro.

8- Problema com o imóvel do vizinho: quem paga a conta?
Vazamentos são comuns em prédios e, nesses casos, é o contrato do seguro que define quem paga o prejuízo. “O seguro é feito para cobrir um sinistro, independentemente de quem é o culpado”, conta Hessia. Quando existe um problema como este, uma vistoria é chamada para descobrir o responsável. Se ficar comprovado que o vazamento veio do seu apartamento, a seguradora cobrirá os gastos porque isso ficou estabelecido no contrato. Caso contrário, quem paga é o vizinho, não o seguro.

9- Quando o seguro pode se recusar a cobrir o dano?
A seguradora tem o direito de não pagar se ficar comprovado que o dano foi resultado da estrutura da construção do imóvel. “Por exemplo, um vidro instalado de maneira errada antes de o contrato ser feito não é obrigação do seguro. Quando um laudo comprova a culpa da construtora, é ela quem deve pagar a conta”.

10- Quais os problemas mais cobertos pelas seguradoras?
O seguro que cobre furtos e roubos costuma ser o mais acionado. Então, não deixe de escolher uma apólice que faça essa cobertura. “Já os seguros para danos elétricos e de privação temporária do uso da habitação não costumam ser muito acionados”. Por isso, se tiver que deixar alguma cobertura de fora, prefira aquelas que são menos frequentes.

11- O que fazer se o seguro não atender meu chamado?
Se você entrou em contato com eles e não teve resposta, o ideal é procurar a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) para fazer uma reclamação. A partir daí, a SUSEP fala com a empresa e cobra uma resposta. Se, mesmo assim, nada for feito, a Superintendência pode multá-la.

12- O micro-ondas pegou fogo, o vidro da porta explodiu e minha cozinha ficou imunda. O seguro pode me ajudar nesse desastre?
Sim, caso você tenha contratado a cobertura especial para eletroeletrônicos, de acidentes domésticos e o serviço de Assistência 24h.
Você pode contar com uma faxineira para limpar toda a sujeira na sua cozinha e tem a garantia de indenização do micro-ondas.
É preciso comunicar ao corretor e à seguradora sobre o acidente e ligar para o serviço de Assistência 24h. Aguarde a autorização da seguradora para levar o micro-ondas para o conserto.
Provavelmente, você terá que apresentar três orçamentos à seguradora. Dependendo do preço do conserto, pode ser que receba a indenização para comprar um novo.
Preste atenção se há franquia e se vale a pena usar o seguro. Faça as contas para saber se é vantajoso perder o benefício de um período do bônus

12- Eu moro num apartamento alugado que pegou fogo. Perdi tudo o que tinha dentro dele. Já que a proprietária tem seguro, eu tenho direito a ser indenizado?
Depende das condições do contrato do seguro. Se a proprietária tem uma apólice apenas para a estrutura do imóvel, com certeza você não receberá indenização.
Acompanhe o trabalho da perícia. Caso fique provado que o incêndio foi causado por má conservação do imóvel, você poderá acionar judicialmente a proprietária.
Se ela for uma pessoa precavida, pode ter feito um seguro de responsabilidade civil, que cobre despesas indenizatórias de danos causados a outras a pessoas, custas judiciais e honorários do advogado.
Existe também o seguro para perda do aluguel, que reembolsa prejuízos referentes à perda dessa renda, devido a um incêndio, quando o inquilino tiver que pagar a locação de outro imóvel até a reconstrução daquele onde morava.
A recomendação para essa cobertura é que o valor de indenização represente seis vezes o aluguel de uma residência nos mesmos padrões da que está segurada.
O inquilino também pode se proteger com um seguro exclusivamente para os seus bens materiais dentro do imóvel alugado. O custo é baixo em relação aos demais seguros.

13- Comprei um imóvel financiado, que pegou fogo. Tenho um seguro residencial. Vou ser indenizado?
Sim, e de duas formas. A seguradora do banco que financiou a compra do seu imóvel vai responder pelos danos causados à estrutura do prédio, enquanto a empresa na qual você contratou o seguro residencial pagará a indenização pelas perdas do conteúdo da sua moradia

14- Qual a diferença entre queda de raio e danos elétricos?
A cobertura contra riscos de danos elétricos garante prejuízos causados a fios, enrolamentos, chaves, circuitos, conduítes, materiais de acabamento e aparelhos elétricos, em decorrência do calor gerado por acidentes elétricos, inclusive decorrentes de queda de raio fora do terreno segurado.
Por sua vez, a cobertura contra riscos de queda de raio dentro do terreno segurado garante danos causados a paredes, telhados, aparelhos eletroeletrônicos e qualquer outro prejuízo à sua casa, decorrente do evento

15- Meu prédio tem seguro condominial. Preciso contratar o residencial? Não seria gastar duas vezes com a mesma coisa?
É importante entender as diferenças entre o seguro residencial e o seguro condominial. O seguro residencial cobre o proprietário do imóvel da porta da residência para dentro. Ter uma relação dos bens de maior valor, bem como a nota fiscal dos mesmos é aconselhável para uma eventual necessidade de comprovação.
Já o seguro condominial cobre roubos, incêndios e outras ocorrências nas áreas comuns de prédios e condomínios. Também abrange acidentes e seguro de vida de funcionários.
Se você se preocupa com a integridade do seu apartamento, além da estrutura do seu prédio, você deve contratar seguro residencial, sim.